Diário
Terça 09 de Fevereiro, 2021
Chegar a casa...
Nunca recebi, em tão poucos dias, tantos pedidos de Mapas Maya de Relacionamento Amoroso... será que o amor está no ar?! Ou o Valentim traz-nos o convite a um olhar mais profundo e atento para o nosso relacionamento amoroso?

Se há Mapa Maya que gosto de realizar é este! Todos os Mapas Mayas são belos, mas neste sinto-me particularmente confortável e entusiasmada.
Talvez porque, a nível pessoal, o relacionamento amoroso é a minha melhor e maior arena de aprendizagem.

Os Mapas Mayas são belas bússolas que nos ajudam a focar no que realmente é importante... não servem para nos condicionar ou trazer respostas. Antes serve para tomar consciência, não só de verdades internas, por vezes, meio adormecidas... mas também dar luz a padrões, crenças e feridas. E em última instância validar o que internamente já sabemos ser a verdade do nosso coração.

O Mapa de Relacionamento vem falar do que fez dois seres se juntarem nesta vida numa relação amorosa... claro que se juntam por amor (assim deveria ser)! Mas que mais trazem em comum... missão, projetos, tarefas em conjunto, desafios, etc?

Para a civilização Maya um relacionamento amoroso era uma pratica espiritual onde o amor, cumplicidade e intimidade dão lugar a um espaço sagrado de evolução espiritual.
Todos os casais trazem algo a cumprir em conjunto, algo especifico, que em separado, nos seus caminhos individuais, não é possível realizar.
Necessitam da força a dois, voar em união sagrada, sem cortarem as asas um do outro.



O encontro com a nossa dualidade é sagrado porque é a oportunidade de integrar os opostos dentro de cada um.
O outro vai refletir o que ainda tenho para trabalhar, o que não quero ver... mas também me vai inspirar e iluminar!
E vice versa... somos espelhos um do outro.


A nossa polaridade é a causa da nossa atração e magnetismo.
Essa mesma polaridade é ao mesmo tempo a nossa maior bênção e o nosso maior desafio.
Juntos podemos voar alto! Mas juntos também nos podemos prender, aprisionar e afundar... tudo depende de como praticamos o amor.


Elevar o amor romântico ao amor espiritual é tarefa árdua mas muito necessária.
Paixão, cuidado, amorosidade, sim... Prisão, apego, dependência, não!


Quando era criança e jovem adolescente sonhava com o príncipe encantado de cavalo branco... e foi preciso partir o coração várias vezes para aprender que o amor mais belo não traz borboletas no estômago, nem muito menos tem de ser platónico.

Descobri que posso estar apaixonada com os pés bem assentes na terra.

Posso amar com todo o meu coração sem me perder de mim mesma.
Posso estar com o outro sentindo em simultâneo paz, êxtase e plenitude.
Posso voar mais além do que me condiciona de regresso a casa.


E quanto mais me aceito, me amo tal como sou, mais fácil é amar e aceitar o outro tal como ele é.
Mas para me amar preciso de me conhecer, tornar-me nua para mim mesma... e sempre que reconhecer que o outro é o meu espelho, ele ajuda-me a conhecer-me mais e melhor.
E quanto mais me conhecer e me sentir confortável com o que sou, mais nua fico à frente do outro.

A maior união acontece quando dois seres se despem completamente e se rendem sem restrições a todos os níveis.
Quando os nossos corações sabem que é seguro amar, podemos confiar... e confiando relaxamos, largamos as armas e rendemos.



Juntos podemos ir mais além...
...mais além do que nos limita e condiciona.

Juntos podemos trazer algo de muito belo a este plano terreno em beneficio de toda a humanidade e planeta.

Juntos podemos chorar as nossas dores, curar as nossas feridas, saborear as alegrias e celebrar as conquistas.

Juntos podemos unir os corações de tal forma que aprendemos a amar sem limites... não só para o beneficio dos nossos caminhos individuais, mas principalmente para o benefício do colectivo.


Não sabemos por quanto tempo... a separação é a prova máxima do amor.

Não estamos juntos por acaso... algo maior une os nossos corações.


Sinto-me imensamente grata por tudo o que já vivi e me faz hoje viver uma relação amorosa com responsabilidade, maturidade e sacralidade.
E o meu coração pulsa de gratidão por ser guardiã de conhecimentos como a Astrologia Maya que me permite através dos Mapas de Relacionamento Amoroso ajudar casais a viverem um amor mais consciente e cada vez mais espiritual.



E se estás sozinha e não faz parte do teu caminho ter uma vida amorosa (pelo menos neste momento), talvez este artigo não te diga nada ou até te incomode. Cada pessoa tem um caminho diferente e escolhas diferentes... está tudo bem quando é uma escolha consciente e livre.

O amor pratica-se sempre em qualquer situação: amor a ti mesma, amor ao outro (seja quem/o que for e de que forma for).

Podemos e devemos celebrar o amor todos os dias... amando, cuidando, dançando, pintando, cantando...!
Recordarmos que somos uma gota de amor dentro duma garrafa num vasto oceano... cada vez que somos capazes de dissolver a garrafa, chegamos a casa!

Amar é regressar a casa! :)


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